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quinta-feira, 26 de julho de 2012

No Hype: Sleeping Dogs - O GTA que eu sempre quis jogar!


Sejam bem vindos a mais nova sessão do Out of Space, acho que o título é auto explicativo, mas em todo caso vamos lá, a "No Hype" vai ser a nossa coluna para jogos que chamam MUITO a atenção antes mesmo de lançar uma demo ou algo do tipo, pra quem entende a palavra Hype a coluna é mais fácil explicada como, aqueles jogos cujo Hype é XICANTE e nossa estreia é com Sleeping Dogs.

Quando o então "True Crime: Hong Kong" foi dado como cancelado muitos comemoraram, e esses mesmos começaram a ragear(isso existe? rs) no exato momento em que foi anunciado que a Square Enix avisou que o jogo estava salvo e se chamaria Sleeping Dogs, eu como nunca tinha jogado nada de True Crime fiquei extremamente alheio a essas noticias, até que veio o primeiro trailer e ai... Ah... Ai amigo... Ai a coisa pegou... Se você não viu ele ainda, confere ai e depois a gente conversa...



Assistiu? Agora me fala se ele empolga ou não? Mas ai que vieram as duvidas, será mesmo que o game é capaz de corresponder a essas expectativas? Vale comprar um game por um trailer foda? Vale ficar no hype sem ter visto nada de jogabilidade? Então... Eu não sabia a resposta pra nenhuma dessas perguntas, tipo, nenhuma MESMO mas eu apostei todas as minhas fichas no game e deixei que o Monstro do Hype me consumisse... E apareciam imagens, trailers, scans de revista mas nenhuma me provava nada e o Hype  ia me derrubando até que terça feira veio The One Trailer to Rule Then All, qual? Esse:


Agora bora avaliar, um jogo sandbox em que você vai encarnar um policial disfarçado que está "acima da lei" em missões em que você terá que se infiltrar na máfia chinesa em busca de um objetivo maior(que como vocês podem perceber eu ainda não sei...rs), junte esse plot foda com a jogabilidade "estilo GTA", gráficos muito bonitos e você já teria um bom game, agora some a isso a dedicação da Square, essa dedicação fez o que? Simples, um sistema de pilotagem aparentemente excelente, um sistema de combate que tem pelo menos TODOS os movimentos que vimos no primeiro trailer e mais alguns, incluindo a interação com o ambiente(ainda que limitada), uma mecânica de tiroteio no melhor estilo Max Payne que te força a ir pra cima e não a passar horas escondido e o melhor de tudo, um sistema que troca entre essas mecânicas da maneira mais suave que eu já vi em um game... E ai, Hype? Você eu não sei, mas eu já juntei minha moedinhas e vou sem sombra de duvidas pegar esse game assim que ele for lançado e com certeza volto com um primeiras impressões e por que não com uma resenha completa, enquanto isso deixem o monstro do hype devorar vocês assim como ele está me devorando...



terça-feira, 3 de julho de 2012

Resenha: Enslaved: Odyssey to the West - Um clássico que ninguem jogou


Esse blog nasceu em fevereiro de 2011 e o preview de Enslaved foi ao ar em 4 de Abril do mesmo ano, o mais impressionante é que até hoje esse blog é "conhecido" por esse review que tem acessos até hoje e fez muita gente comprar esse game, o mais legal é que eu recomendei pra todo mundo e eu mesmo só fui comprá-lo em Abril de 2012, ou seja, no aniversário de um ano do post eu finalmente coloquei as mãos no jogo que eu tanto indiquei, e o que eu achei... Bom...

Enslaved: Odyssey to the West é um jogo pouco conhecido, isso é a mais pura verdade, mas por que isso, bom, eu sinceramente acho que o jogo acabou ficando com o estigma de jogo "igual a God of War", mas qualquer um que jogue o demo consegue ver a diferença, não vou contar as primeiras impressões de novo, isso vocês podem ver aqui basta dizer que o rapaz com treijeitos de macaco realmente se chama Monkey e que a moça que o "escraviza" para que ele a leve para casa se chama Trip.

A demo vendo muito bem o jogo, mostrando quase que 100% do que você vai ver jogando, mas é claro que o jogo, além de possuir novidades e de explorar todos os recursos de maneiras não vistas na demo ainda esconde uma ou outra surpresa, e a história é definitivamente um pontaço a favor do jogo, mas vamos focar na jogabilidade né? Ela tem sim toda aquela pegada God of War, mas Monkey assim como o nome já diz tem um estilo simio de luta, usando seu bastão e seus fortes braços para destruir os robos adversários, e sim, o jogo tem basicamente só robôs como adversários, esses possuem várias formas, várias armas e alguns são "especiais" como um que irá disparar um alarme e chamar reforços se não morrer em um certo limite de tempo.

A jogabilidade na parte plataforma também é muito boa, o destaque principal realmente fica para os movimentos de Monkey que são MUITO reais, ele reage muito bem a cada salta, a nuvem que eu citei no preview e que você pode ver na imagem é um fator que pouco muda a jogabilidade, em alguns momentos você pode usar ela e ela funciona como um "skate" e... E só isso...rs Os gráficos são muito bonitos, principalmente nas cutscenes, mas (pelo menos na versão de PS3) existe um atraso bem grande no carregamento das texturas, algumas vezes só de você virar a câmera você já consegue ver as texturas sendo recarregadas e as vezes um lugar que parece horrivel na verdade é só um lugar que ainda está sem textura.


Agora o fato mais importante pra mim e que deve ser o que vai atrair a maioria das pessoas pra esse game é sem sombra de duvidas a história, e amigo, que história! Não vou falar NADA sobre ela pois acho que cada um tem que ter a SUA e só SUA experiencia com esse game, mas basta dizer que os protagonistas são ninguém mais, ninguém menos que Andy Serkis(Sim, Monkey é interpretado pelo menos ator que Gollum de O Senhor dos Anéis) e Lindsey Shawn, que na minha cabeça sempre vai ser a Moze de O Manual de Sobrevivência Escolar do Ned, e a química entre os dois é EXCELENTE mesmo, eu sinceramente me apaixonei por ambos os personagens e gostaria muito de ver um segundo jogo mostrando as consequências dos eventos do primeiro jogo e o que o final(que você só vai saber jogando ou assistindo no youtube(NÃO FAÇA ISSO!)) causou para o mundo.

Acho que essa resenha não vai deixar duvidas, você não só precisam como DEVEM jogar Enslaved, é um jogo com um duração boa que não enjoa, tem gráficos bonitos(se você esperar um pouquinho...rs) e uma atuação exuberante dos protagonistas, ainda não consigo entender o por que do baixo numero de vendas, mas uma coisa é certa, se depender de mim, mais e mais pessoas vão comprá-lo...rs Aproveitem que o jogo está em torno de R$79,90 e apreciem esse clássico que tinha tudo para ser tão grande quanto a lenda a qual ele foi baseada.



terça-feira, 26 de junho de 2012

Song Pop - O jogo que vai deixar seu Facebook mais...


Oi? Como é? Ta faltando uma parte do título? Ah, está sim, isso é pra mostrar como vai ser a sua vida depois que você correr pra jogar Song Pop no seu Facebook/Android/iOS, acha que não? Bom, vamos lá, primeiro preciso contar como esse game virou post aqui, gosto de me considerar um gamer hardcore, sempre procuro ficar "antenado" em todos os lançamentos e talz, e como sendo jogo eu corro atrás pra jogar eu sempre procuro os joguinhos no facebook, o problema deles pra mim é um só, você fica dependente de ter milhões de amigos jogando para poder continuar, por isso eu normalmente abandono esses jogos, mas um ou outro sempre me prende e normalmente esses são os que sabem usar melhor a interação entre os jogadores, Song Pop é um deles.

Como o jogo funciona você deve estar perguntando, simples, primeiro você deve abrir um desafio, seja contra um amigo que você quer convidar para jogar, um amigo que já jogue ou simplesmente uma pessoa aleatória, feito isso você precisa escolher uma "playlist" essa lista tem temas como "Punk", "Rock Clássico" ou "Temas Romanticos", feito essa escolha o desafio esta lançado, você tem uma série de 5 perguntas, todas com 4 alternativas, o esquema é simples, uma musica vai começar a  tocar e o mais rápido possivel você tem que responder quem canta ou qual o nome da musica, quanto mais rápido e mais acertos consecutivos mais pontos, terminou? Beleza, agora é só mandar para o seu desafiante/desafiado e esperar ele entrar e responder, quem for melhor ganha e claro que ele assim que responder o seu desafio pode novamente escolher uma playlist e mandar para você pra ver quem sabe mais, simples? Sim, fácil? Nem tanto, viciante? MUITO....

Jogue Song Pop, seja com seus amigos, seus familiares, suas paixões ou até mesmo com desconhecidos, mas joguem, joguem e depois me contem o que acharam, eu posso dizer que estou viciado... mesmo...  tanto que to indo lá jogar agora...rs




segunda-feira, 4 de junho de 2012

Humble Indie Bundle V - Pague o quanto quiser por 5 ótimos jogos!!!


Sim pequenos gafanhotos, ele voltou e voltou com tudo, o Humble Indie Bundle V veio pra mostrar a força das produtoras independentes, não que antes, com Braid, Machinarium, Trine e The Binding of Isaac eles já não tenham mostrado o quão bons são os games independentes, mas dessa vez, Ah amigo, dessa vez eles pegaram pesado, pagando a módica quantia de quanto você quiser você leva pra casa, "Superbrothers: Sword & Sworcery EP", o novo clássico do terror e um dos jogos que dizem dar os maiores sustos ever "Amnesia: The Dark Descent", o clássico game psicodélico "Psychonauts" e o sombrio e maravilhoso "Limbo", mas se você for um tanto quanto generoso e resolver pagar mais do que a média que normalmente não passa muito dos 10(US$ 7,86 no momento da publicação do post) dólares você ainda vai levar de brinde o premiadíssimo e belíssimo "Bastion". Outra chance dessas só no próximo Bundle meu amigo, ah, vale lembrar que uma parte que você quiser dessa quantia vai para a caridade então "comprar" "Bastion" não vai ser só um dinheiro a mais pelos jogos, vai sim ser uma quantia a mais para a caridade. Ou seja, não perca tempo, entre logo no site do projeto pois você só tem mais 9 dias... Vai perder? 



terça-feira, 22 de maio de 2012

Prévia: Scarygirl - Como seria se Super Mario Bros fosse feito por Tim Burton?



Scarygirl é um jogo difícil de se analisar, resumindo ele em poucas palavras ele é um plataformer com todo aquele visual a lá Tim Burton, pra quem realmente curte o diretor, Scarygirl é um Vincent porém protagonizado por uma menininha, sim, Vincent por que o jogo é narrado no mesmo estilo, e a lá Tim Burton por que ele tem todo aquele visual e toda aquela pegada de O Estranho Mundo de Jack, mas mesmo com todas essas comparações o jogo tem um estilo muito bacana e muito bem feito, é como se todos os personagens fossem Ugly Dolls.



Indo diretamente ao jogo, você joga com a tal Scarygirl, que nada mais é do que uma menina que foi criada por um polvo gigante e mora em uma "Casa na Arvore". o jogo em si é um platafformer com uma pegada beat'em up, ou seja você realmente joga um "joguinho do Mario" com uma mistura de "Double Dragon", essa mistura no começo gera um estranhamento, você sempre vai tentar pisar na cabeça dos inimigos e vai tomar um pouco de dano, mas logo depois você se acostuma com os combos e acaba ficando bem fluido, além dos combos a Scarygirl tem a habilidade de se agarrar com seu tentáculo em alguns lugares e flutuar por alguns segundos, o que realmente faz com que você se arrisque a tentar passar as fases mais na base do speedy run.

A demo é bem extensa e mostra jogabilidades bem diferenciadas, são fases em ambientes diferentes que aumentam bastante a dificuldade mas em nenhum momento o jogo chega a ter uma dificuldade absurda, se você esta procurando um bom jogo de plataforma e já jogou Rayman Origin, Scarygirl é uma ótima(e fofa) pedida, mas se você não curte o gênero esse é um jogo que pode passar em branco pra você.




quinta-feira, 26 de abril de 2012

Velharia - [Preview] Infamous 2

[Nota: inFamous é o meu jogo favorito dessa geração, então se você não quer ver MUITA rasgação de seda e MUITA puxação de saco, nem leia esse preview]



inFamous 2 veio pra melhorar inFamous ponto. Acho que essa frase resume tudo, tivemos sim algumas baixas que acabaram por piorar um pouco o que seria perfeito, mas ainda assim, não foram suficientes para apagar o brilho desse belíssimo game.

inFamous 2 começa da onde o primeiro parou com o Cole descobrindo que The Beast(uma entidade super poderosa) está vindo e que ele tem que se tornar cada vez mais forte para poder enfrentá-lo, é então que com a ajudar de uma "espiã" Cole deixa Empire City e vai para New Maraias, nessa cidade ele tem disponível os novos blast cores(versões powers dos blast shards que prometem novos poderes pro nosso herói). A partir dai o demo te joga dentro de New Maraias e promove um ótimo passeio, mostrando que o Cole do primeiro jogo está ali, com todos os poderes que ele tem direito e com muito novos para serem descobertos. Os gráficos estão mais polidos (obra da mãozinha da Naught Dog, responsável por Uncharted) e tudo, desde a física até o menor elemento de jogabilidade foi melhorado para tornar a experiencia de jogar inFamous 2 a melhor possível.

E só tem pontos positivos é? Não, infelizmente como eu disse antes não é só de flores que vive inFamous 2, infelizmente o pessoal da Sucker Punch aproveitou os gráficos belíssimos que foram conseguidos nessa continuação para remover ou quase remover as partes em visual HQ(que eram responsáveis por 100% das CGs do primeiro game) isso tira um pouco o visual cartunesco e super heroico do jogo. Outra coisa que incomoda quem jogou o primeiro game é o fato de terem trocado o dublado do Cole, o primeiro dublador tinha um só tom de voz, era como se o herói estivesse agindo mas não estivesse nem ai pro que está acontecendo, ele tinha sempre um tom de voz sarcástico que casava certinho tanto com o lado bom quanto com o lado infame do herói e agora nesse segundo jogo o trabalho de voz foi bem diferenciado, além de terem trocado a própria voz do personagem, ainda fizeram questão de realmente trabalhar a dublagem, com isso o nosso bom e velho Cole ganhou um tanto a mais de expressão o que tirou um pouco da personalidade que antes era tão marcante, mas sem apagar o brilho do personagem.

Tirando esses elementos que acabam incomodando um pouco, temos o mesmo inFamous de antes, um ótimo jogo, sobre um homem que ganha poderes por causa de um desastre que mata milhares de pessoas e tem que conviver com esses poderes da melhor maneira possível, ou sendo um grande herói, ou um grande anti-herói. Além disso continuamos tendo uma grande e belíssima cidade para explorar, New Maraias parece ser tão grande quanto Empire City, porém é muito mais viva, temos músicos nas esquinas, as pessoas param para ouvir esses músicos e gostam ou não da musica, quando você começa a atacar e destruir tudo em volta as pessoas realmente correm para se proteger, é realmente algo novo ver a cidade tão viva reagindo ao que você faz no jogo. Não que Empire City fosse uma cidade morta, mas New Maraias é uma cidade que r



E por falar em cidade viva, muitos brincavam que as grades(é, grades, essas que cercam propriedades, também conhecidas como alambrados) eram a kriptonita do Cole, bom, agora com toda certeza não são mais, com essa nova física de destruição, nosso amigo simplesmente vê a cidade ruindo cada vez que parte pra um ataque descuidado para cima dos inimigos, que agora além dos típicos militias(que entram no lugar dos Reapers do primeiro jogo) temos as criatura mutadas(provavelmente provenientes do nosso amigo The Beast) e entre essas criaturas temos algumas bem grandes e que dão um certo trabalho para serem derrotadas, o detalhe é que elas aparecem como os reapers, ou seja, você pode encontrá-las em qualquer esquina.



Para nós brazucas ainda tem uma surpresa adicional, quem adquirir a versão brasileira do jogo vai poder conferir uma dublagem toda especial feita só pra gente aqui do pt-br. A dublagem não é um primor, mas  eu considero bem feita. Só vou ficar devendo pra vocês se além da dublagem temos também as legendas e se elas podem ser ativados em separado(ou seja, o clássico áudio em en e legendas em pt-br).

inFamous 2 é O exclusivo que não pode faltar na sua coleção, eu já estou me coçando para comprá-lo mesmo tendo um tanto de coisas mais importantes(estou querendo casar o mais breve possível). Se você jogou inFamous não perca o 2º se não jogou, jogue ambos, fica a dica do seu amigo viciado...rs



terça-feira, 24 de abril de 2012

Resenha: Darksiders - Ser um cavaleiro do Apocalipse poderia ser mais divertido...


Darksiders é um Hack'n Slash desenvolvido pela Vigil e publicado pela THQ que foi lançado a um tempinho já (05/01/2010), o jogo não fez um grande barulho, dividindo bastante as opiniões. Ele foi, como qualquer jogo do gênero será, comparado com God of War e se comparado com esse Darksiders tem uma jogabilidade BEM pior e como isso, muito críticos resolveram malhar o jogo não por ele ser ruim, mas sim por ele não ser um God of War. Bom, vamos a história, você controla ninguém mais ninguém menos do que War, o verdadeiro Cavaleiro da Guerra, um dos quatro cavaleiros do Apocalipse. No mundo onde se passa o jogo existia uma guerra entre Céu e Inferno e essa guerra durou MUITOS anos, depois de um tempo o Conselho(sim, é conhecido assim mesmo) que no jogo são 4(se não me engano) "formações rochosas em forma de caveira" que além disso são entidades superiores que mediaram essa disputa e fizeram uma Trégua na batalha para que os humanos pudessem reinar, a trégua seria mantida até que a humanidade estivesse forte o suficiente para sobreviver a batalha e continuar a vida depois disso. Para manter o pacto e garantir a sobrevivência da raça humana durante a batalha foram criado os 4, 4 cavaleiros que juntos seriam a maior força existente e mesmo sozinhos conseguiriam mudar o rumo de muitas batalhas, os cavaleiros ficariam "adormecidos" até que as  trombetas do apocalipse soassem e os selos fossem quebrados, ai sim eles se reuniriam novamente a cavalgariam juntos.

A história poderia ser bonita assim, porém algo aconteceu e War acordou antes da hora e meio que desencadeou a batalha final, com isso o conselho resolveu remover quase todos os poderes dele, e mandá-lo para resolver as coisas. Simples assim, se não fosse o fato de que War foi o único que cavalgou e que agora ele vai ter que enfrentar Céu e Inferno para resolver tudo. Eu sinceramente gostei bastante da história e dos personagens, War não é um cara SUPER carismático, mas ele é o que o Cavaleiro da Guerra deveria ser, ele é orgulhoso, é impetuoso, é agressivo e muito impulsivo, seus golpes e suas armas são absurdamente exagerados e suas falas, apesar de parecerem meio que tiradas de um livrinho de frases pré-determinadas são sempre frases de efeito EXCELENTES, mas como nem tudo são flores...

A jogabilidade, Ah a jogabilidade de Darksiders, bom, pra começo de conversa uma coisa que me irritou MUITO foi o fato de que a defesa, o dash(que também serve de esquiva) e dois dos melhores golpes que você te são ativados pelo MESMO BOTÃO, pelamor galera, vamos dividir isso ai vai... Tirando isso o nosso querido War não tem uma esquiva realmente, ele tem apenas esse dash que pode ser usado como esquiva, a questão é que quando você faz o dash você simplesmente perde o inimigo de vista e com isso acaba ficando aberto para mais alguns golpes... É... ai complica... Mas tirando isso a jogabilidade até que funciona, mas é um MEGA ponto fraco do jogo, já que o mesmo tem um foco bem grande no combate... A trilha sonora não é um primor, mas é muito bem encaixadinha e possui musicas excelentes para as horas mais tensas do jogo, fora que os sons são excelentes, alguns inimigos ficam falando com você enquanto lutam(frases repetidas mas ainda assim frases bacanas) e a dublagem é muito boa. Os gráficos não são tops, mas são muito bons, temos que agradecer MUITO os designers do jogo por que caras, os inimigos, os NPCs e o próprio War são FODAS, todos são muito bem desenhados, todos tem detalhes que você perde MUITO tempo olhando(confiram a imagem acima, coloquei ela propositalmente num tamanho absurdo para vocês poderem conferir os detalhes), eu mesmo até o final do jogo não tinha reparado certos detalhes na armadura do War, parabéns mesmo por esse design excelente! E falando em design outro ponto a ser destacado é o mundo criado para o game, num primeiro momento você vê War acordando, todo com vestimentas meio que medievais e se ve no meio do mundo em que vivemos hoje, mas depois de um tempo você vê que com o Apocalipse esse mundo virou um mundo completamente diferente com cenário brilhantes, o Deserto de Cinzas é uma das coisas que mais me deixou encantado com o jogo, os cenários realmente te deixam no clima do jogo, mais um ponto pra equipe de design!



Mas e ai Drugue vale ou não vale o jogo? Bom, o jogo é bom, ou não... Eu explico, o jogo é bom sim, tem partes excelentes, se você joga pela história vai amar Darksiders, o problema é que certas partes deixam tão claros os problemas na jogabilidade que você se irrita e acaba desligando o console e deixando o jogo de molho por um tempo, tirando isso(ou melhor se você conseguir ignorar isso) você vai gostar de Darksiders, o jogo não é perfeito, não, nem de longe, mas é divertido(as vezes frustrantes, mas divertido), vale o valor que estão vendendo ele hoje em dia (por volta de R$79,90) e vale as horas de jogo (eu levei por volta de 11 horas pra terminar ele) mas serão horas divididas entre felicidade e frustração e com isso você vai ter no final uma experiencia que vai ser só sua, se você assim como eu jogar pela história, eu te garanto que você vai soltar fogos de artificio pelo final do jogo que é FODA, mas se você jogar só por que o jogo é parecido com God of War, é amigo, ai...



quinta-feira, 19 de abril de 2012

Velharia - [Preview] Red Faction Armaggedon




Red Faction Armageddon é o 4º jogo da franquia Red Faction que até seu antecessor(Guerrilla) era um tanto quanto desconhecida, nessa 4º episódio os desenvolvedores parece que entenderam que Red Faction não é um jogo Open World e resolveram trazer ele pra um terreno mais agradável, ou seja, o transformaram um um jogo de ação TPS(Third Person Shooter). A história é um tanto quanto simples, você é o neto do protagonista do 3º jogo e vive nos subterrâneos de marte onde o povo fez uma civilização, aparentemente você trabalha como mineiro(uma profissão comum nos protagonistas de Red Faction) e acaba por despertar algo que estava adormecido no interior do Planeta Vermelho e essa raça quer a sua cabeça(e a de todos os outros humanos) e como se isso não fosse problema suficiente, os seus amigos de "cidade" resolveram que como você fez a cagada de despertar essa raça, que claro a melhor coisa a fazer é matar você.

O Demo é bem curto, mas é o que um demo tem que ser, ele apresenta a história, mostra que a jogabilidade está excelente, apesar de ter aquela câmera mais aberta, onde o protagonista ocupa o lado esquerdo da tela(estilo a de Dead Space), mas como eu sou um dos poucos que não gosta desse tipo de câmera ela vai incomodar pouco, de resto o jogo está bem fluido com comandos respondendo muito bem e com uma física excelente de destruição(sombra de Guerrilla, onde essa física era o principal atrativo), outra coisa que chama muito a atenção(pelo menos chamou a minha) e a mudança de peso do personagem, em diferentes partes do jogo, por motivos que serão explicados mais pra frente o personagem fica um tanto quanto mais pesado e isso se reflete na jogabilidade, você realmente sente que está controlando algo com mais peso. Os gráficos são outro ponto a se destacar, não tem nada absurdamente lindo, mas fazem muito bem o trabalho de trazer esse efeito claustrofóbico dos ambiente subterrâneos de Marte, claro que o som ajuda muito, e como é nojento o som de certos inimigos.


O maior destaque do jogo ficam para as armas, temos 4 no demo( e eu sinceramente espero que MUITAS mais no jogo e que elas sejam tão divertidas quanto essas do demo), temos um rifle de assalto normal que é padrão em qualquer jogo de tiro né? Temos um charge launcher que é a arma padrão dos mineiros, ela é um lançador de cargas explosivas que podem ser acionadas quando o jogador bem entender. Além dele temos um magnet launcher que é uma das armas mais divertidas, com o primeiro tiro você lança "o imã" com o segundo você lança "a âncora" e o imã é atraído para a ancora, simples né, agora imagine você lançar o imã em uma inimigo e a ancora numa parede do outro lado da sala, e claro imagine o estrago que o bichinho vai fazer na parede...rs A ultima arma do demo e minha favorita é a agressiva Singularity cannon, o que ela faz? Ela só atira um buraco negro só, coisa besta...rs

Outro ponto forte do demo é a suit que você pega, que nada mais é do que um mega robô com um poder de fogo inacreditável, o problema é que enquanto você esta dentro dele você tem munição ilimitada e não toma dano nenhum(o que pode ser um problema por que com toda certeza o uso dessas suits vai ser limitado) e ao que tudo indica a do demo é só uma delas, no trailer(que você confere abaixo) temos mais um exemplo de suit. Agora você deve estar se perguntando, com todo esse poder de destruição e com o jogo tem uma física de destruição bem apurada, como é que a gente vai conseguir andar se tudo que tocarmos será destruído? É ai que entra a novidade de Armageddon, se Guerrilla trouxe a habilidade de destruir, esse 4º episódio traz a habilidade de reconstruir, é só apertar um botão que você ativa a habilidade de reconstrução e enquanto mantiver apertado e for caminhando, tudo em seu caminho vai sendo reconstruído, o efeito é muito bonito e útil, eu só quero jogar o game pra poder entender o por que dele poder fazer isso...

Red Faction Armageddon é um shooter frenético com uma temática que pode ser bem interessante e com diversos elementos que podem construir um ótimo jogo, porém como o demo não mostra realmente muito fica difícil dizer para vocês apostarem ou não no game, eu sinceramente vou apostar, tanto que já comprei o 1º e 2º jogos da série no Steam pra poder acompanhar essa história desde seu inicio. Se você achou o conceito interessante, compre o game e experimente, se achou meio nhé e não acha que vale tanto a pena, guarde seu dinheiro para Uncharted 3...rs




quinta-feira, 22 de março de 2012

Velharia - [Preview] ElShaddai



"No começo. Deus escolheu um grupo de anjos para vigiar o mundo. Esses anjos eram chamados de Grigori. Com o passar das eras eles ficaram fascinados com os Humanos.
Eles sucumbiram a tentação e abandonaram o Céu para ir a Terra.
O conselho Celeste decidiu enviar um grande inundação para por um fim a esse caminho inesperado da humanidade.
Mas um humano chamado Enoch que servia como escriba no Céu se opôs.
O conselho concordou em rescindir sua ordem se Enoch pudesse capturar os anjos renegados. E assim se iniciou a longa jornada de Enoch para salvar o mundo...
Este é um conto de tempos ancestrais...
Um conto que não pode ser proferido por eras...
"




É com essa história um tanto quando bíblica que El Shaddai Ascension of the Metatron chega aos consoles(PS3 e Xbox 360) no dia 26 de Julho(2011). Esse que vos fala desde que viu os primeiros vídeos desse jogo teve uma certeza, ele era visualmente lindo e pela demo que chegou a PSN eu não estava errado. O jogo tem um estilo artístico um tanto quanto diferente, mas mesmo assim, mesmo tendo um estilo artístico tão único e digamos "saído claramente de uma bela viagem de ácido"(isso se todo o jogo não for uma...rs) ele ainda consegue ser extremamente lindo. As cores e maneiras como os cenários vão se montando de acordo com seus movimentos, a movimentação de cada elemento, tudo isso é impressionantemente bem feito e não querendo ser repetitivo mas já sendo, Lindo.

Toda essa beleza é coroado com o fato dos produtores(pelo menos nesse demo) não terem utilizado nenhum HUD na tela, sua vida é medida pelas suas peças de armadura que vão se partindo com os ataques do inimigo e são recuperadas com o auxilio de itens coletados pela faze. E se deixarmos a parte gráfica de lado começamos a ver os problemas do jogo. A jogabilidade é dividida em partes em terceira pessoa e em plataforma, ambas as partes tem uma movimentação bem fluida, as vezes fluida até demais, algumas partes com plataformas um tanto quanto estreitas são bem difíceis de acertar, fora isso, o estilo gráfico as vezes atrapalha um tanto na hora de identificar elementos do cenários, por algumas vezes eu acabei caindo em alguns buracos por ter confundido eles com poças d'água.

Além de correr pelo cenário você também tem batalhas é claro e essas são um tanto quanto diferentes, nesse demo elas eram como as batalhas de Okami, ou seja, toda vez que você entra em batalha você acaba ficando em uma área pré definida e pode apenas lutar dentro dessa área(normalmente um círculo) e os inimigos vão aparecendo nesse circulo. Assim como você os inimigos também tem suas vidas marcadas por peças de suas armaduras e com a destruição de algumas peças entra em jogo mais um elemento um tanto quanto diferente de jogabilidade a purificação.

Quando um inimigo está enfraquecido você pode usar a purificação para roubar a arma desse inimigo, purificá-la e usá-la contra ele, no começo você só tem seus punhos para lutar contra os inimigos, mas assim que você rouba a primeira arma ela já fica com você pelo tempo que você quiser, ou seja, até você roubar uma outra arma. Seu único problema é que as vezes essa arma volta a ficar "amaldiçoada" e você deve purificá-la novamente ou enquanto ela estiver "amaldiçoada" ela ira causar o mínimo de dano possível.



As batalhas do demos só apresenta 3 inimigos diferente e nenhum deles é verdadeiramente desafiador, quando você finalmente encontra alguém a altura de um desafio ou ele simplesmente te atropela e o jogo segue em frente ou é o final do demo. Outro elemento interessante de jogabilidade é sua "sobrevida" em batalha, toda vez que Enoch "morrer" você pode apertar repetidamente uma combinação de botões (no PS3 R1+L1+quadrado+xis) e levantar novamente pronto para o combate e com sua armadura renovada.

O demo presente na PSN já começa com um aviso de que não é a versão final, então é cedo pra julgar se os problemas apresentados nessa demo vão realmente prejudicar a versão final do game. Mas uma coisa é certa, com ou sem os problemas o jogo é lindo, tem uma trilha sonora primorosa e uma história que mistura bíblia e tempo atual(Enoch usa calça Jeans) o que me deixa um tanto quanto curioso para ver o que vai sair dessa maluquice.



Com certeza eu pretendo comprar esse jogo e ver o que vai sair dai, mas a certeza de uma nova obra de arte é um fato.

Se mais alguém teve a chance de jogar esse demo(principalmente o pessoal do Xbox) comente o que achou e me conte se encontrou os mesmos defeitos, quero realmente que esse jogo de certo...rs





terça-feira, 20 de março de 2012

Prévia: Mass Effect 3 - Um marco da Ficção Cientifica chega ao final de sua trilogia.



Se você já jogou os jogos anteriores da série Mass Effect, você com certeza já sabe o que esperar desse terceiro capitulo, agora se você assim como eu, é um novato seja bem vindo a esse incrível universo e divirta-se. Em Mass Effect você é o(a) Comandante Shepard e "deve" explorar um universo gigantesco em busca de missões ou soluções as missões que você já tem, o jogo é um TPS com elementos de RPG e um sistema bacana de ordens em que você consegue coordenar seu time para um melhor resultado nas batalhas, parece algo simples e na verdade é, o jogo em si é simples o que diferencia Mass Effect dos outros TPS é a história, e essa amigo é A história, cheia de nuances, reviravoltas decisões importantes, você realmente entra na pele do Comandante e isso explica o fato da franquia ter tantos fãs, eu sinceramente fui para esse Demo como um novato na série tenho os dois primeiros jogos da série para PC porém como tenho uma máquina excelente não consigo jogá-los, joguei um pouco do primeiro game e foi tudo então as minhas opiniões podem ser completamente diferentes das de veículos especializados que acompanharem o jogo desde o primeiro e já tem uma ligação emocional com a série.


Mass Effect 3 fez barulho desde seu primeiro trailer e não é pra menos, com o sucesso da série muita gente espera muito desse jogo e a demo veio mostrar o que o jogo vai trazer os gráficos são impressionantes, não são perfeitos no que se diz modelo humano, mas as paisagens e os cenários são incríveis, na primeira parte da demo o cenário todo a sua voltinha interação, eram naves invadindo, naves-mães soltando caças, lasers gigantescos que destruíam várias partes da cidade, enfim, o jogo está muito bonito. A jogabilidade não me pareceu muito diferente da do PC, o problema pra mim foi a falta de contexto em alguns botões(ou a sobra deles) era comum você querer pegar um item e o personagem entrar em cover ou você simplesmente estar sobre o item a a opção de pegá-lo não aparecer, são defeitos que não incomodaram na demo, mas que podem ser problemáticos no jogo completo.


Seguindo a tendencia o game trás uma visão mais Hollywoodiana das coisas, tudo parece grandioso, até mesmo o menor dos combates tem toda uma pinta de ser vida ou morte, o jogo te passa essa sensação de urgência e você realmente quer correr para resolver todos os problemas, principalmente quando faz com que você tenha ainda mais uma ligação emocional com o game e não adianta, mesmo eu que não joguei nenhum outro game da série ao final da demo já tinha essa ligação e queria comprar os games para PS3 para poder resolver a peleja. A demo é cumprida, são duas missões completas e principalmente se você escolher o modo blablabla que é o jeito clássico de jogar Mass Effect vai levar mais ou menos uma hora, até um pouco mais para terminá-la. E falando nos modos, essa foi a inovação que Mass Effect 3 trouxe, agora o jogo tem três modos, action, onde você simplesmente assiste as cutscenes não escolhendo as respostas e tem um combate bem difícil, o clássico, onde você tem total liberdade de escolhas e um combate balanceado e o RPG onde você tem um foco na história deixando o combate bem fácil.

Alem dos modos de jogo Mass Effect 3 trás também um multiplayer, a ideia é basicamente a mesma do jogo, você forma um esquadrão com seus amigos e tem que vencer hordas de inimigos, o multiplayer pra mim era desnecessário, mas veio e veio muito bem feito, você cria seu agente e com os pontos que vai ganhando pode equipá-lo e melhorá-lo para poder enfrentar novos desafios, reza a lenda que esse multiplayer também influencia na história principal do game por que como se trata de uma guerra quanto mais batalhas você vencer mais perto da vitória você vai estar, o que faz todo o sentido, eu sinceramente não sei como isso funciona, mas o multiplayer funciona muito bem e mesmo pra minha conexão que é péssima (menos de 512kbps) ele correu certinho sem muito lag.


Falar sobre Mass Effect 3 é chover no molhado, todo mundo esta deslumbrado com o jogo, cada dia mais e mais pessoas se emocionam com a história, então se você já conhece ou já jogou os dois primeiros jogos da série faça um favor a sí mesmo e se não jogou o 3 compre-o imediatamente. Agora se você assim como eu não jogou quase nada da série, baixe a demo, de duas uma, ou você vai odiar ou assim como eu, você vai se apaixonar pela série e vai querer comprar todos os games... O problema é tempo pra jogar...





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